O começo...
- Cheila Cristina Vieira

- 6 de abr. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 12 de jun. de 2025
Escrever sempre foi um refúgio para mim, uma forma de organizar pensamentos e dar voz a sentimentos que, muitas vezes, pareciam confusos dentro de mim. Acredito que todos temos aquela necessidade de expressar o que sentimos, seja por meio da arte, da música, da fala ou, no meu caso, das palavras. Ao longo dos anos, percebi que escrever não era apenas um hábito, mas uma necessidade – uma forma de me conectar comigo mesma e, quem sabe, com outras pessoas que compartilham dessa mesma inquietação interna.
Não sabia como começar a compartilhar meus pensamentos por aqui, então simplesmente decidi fazer.
Escrever sempre foi um lugar seguro para mim. Lembro que, aos meus 15 anos de idade, mais ou menos, eu tinha aqueles cadernos grandes de escola, sabe? Diversos deles cheios de lamentações. Afinal, é claro que eu fui uma adolescente problemática, ansiosa e depressiva. Posso dizer que a minha terapia começou pela escrita. Me sentia confortável para desabafar e escrever sobre como me sentia, sem medo do julgamento. Me expressava livremente, sem me importar com erros de português ou palavras que poderiam não fazer muito sentido para quem escutasse. Me sentia livre! E aqui estou eu, 20 anos depois, com essa prática que continua a me ajudar.
Me considero uma pessoa mais introspectiva, apesar de ser muito social quando preciso. Mas conversas muito longas me cansam, então o meu caderno se tornou o meu melhor ouvinte: silencioso e sem julgamentos. Afinal, às vezes, a gente não quer conselhos; a gente só quer poder falar.
Este é um resumo básico para dizer que é isso que vou compartilhar. Afinal, pode ser que a minha inconstância de pensamentos e emoções faça sentido para você também. Então, fique à vontade, prepare uma xícara de café e vamos conversar.
Com amor e café,
Cheila




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